Mais
um dia se passou. Mais um dia preenchido, e tão vazio ao mesmo tempo, se foi. *pausa para comer ananás que a minha querida
mãe me trouxe*
Devo dizer que estou bastante feliz porque tirei um bom a português. Quanto a
vocês não sei, mas eu adoro ver que o meu esforço valeu a pena, e não tenho
vergonha nenhuma de dizer que vou estudar ou algo parecido, vergonha era se tivesse
16 anos e ainda andava no sexto ano. As minhas mãos estão congeladas, tal como
o resto do corpo. Este frio não é saudável para mim. Por muito que goste do
inverno e de chuva nunca vou gostar do facto de ficar com o corpo quase
congelado e de a chuva molhar o meu cabelo e ele ficar todo no ar.
Bem, ultimamente não tenho andado com muita vontade para desenhar, mas hoje
decidi pegar no caderno dos desenhos e fazer um.
Se tivesse de escolher uma banda favorita neste momento seria sem dúvida os SOJA.
Traz-me tantas energias positivas, tanta paz interior, e alem disso as letras
são magnificamente parecidas á minha forma de pensar, o que me deixa bastante
contente por haver alguém que pense da mesma forma que eu.
terça-feira, 4 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Monotonia
Ultimamente a minha vida tem sido sempre a mesma coisa. Acordar, preparar-me,
tomar o pequeno-almoço, escola.
Na escola não me consigo concentrar, fico a pensar em coisas que provavelmente nunca pensaria se tivesse alguma coisa de interessante para fazer. A escola deixa-me nervosa, violenta, enervada. Infelizmente não consigo viver muito bem com os outros, por isso fico quieta no meu canto, a observar. Observo as atitudes das pessoas, atitudes que não tem nenhum cabimento, sem sentido nenhum, sem pés nem cabeça. Mas uma coisa que posso observar, é que existe mais pessoas como eu, quietas, com um olhar vazio, mas que diz tudo. Olhares que mostram sofrimento, solidão e tristeza. A verdade é que todos temos uma história por detrás do nosso olhar, que ninguém sabe, uma história que define quem somos, uma história que nos assombra, que nos deixa aterrorizados só de pensar em contar a alguém. Todos temos uma, algumas mais curtas, outras mais longas, mas que nos assombram a cada dia que passa. Outra coisa que posso observar é que as pessoas (na maioria jovens, porque é onde passo mais tempo e onde observo mais o que me rodeia) não conseguem viver em sociedade, não conseguem ser civilizados, não sabem viver num mundo que nem nos pertence. Estamos a estragar uma coisa que nos foi atribuída, para cuidar e tratar. É isso que estamos a fazer? Não consigo perceber como é que certas almas que por aqui andam conseguem deitar um pacote de batatas fritas para o chão, sem pensar nas consequências dos seus actos. Talvez seja isso, as pessoas não pensam nas consequências, porque se pensassem, não faziam o que fazem. Depois queixam-se que querem ir para a praia no verão e estar a chover.
Se mais pessoas pensassem, o mundo não estava assim, e todos podia-mos ir para a praia no verão, como devia de ser. Agora aguentem, estragaram, tem aí as consequências (que nem são do pior, acho que conseguia-mos muito bem passar sem ir dois ou três meses para a praia).
Enfim, mais um desabafo da minha mente barulhenta que não sabe o que fazer.
Na escola não me consigo concentrar, fico a pensar em coisas que provavelmente nunca pensaria se tivesse alguma coisa de interessante para fazer. A escola deixa-me nervosa, violenta, enervada. Infelizmente não consigo viver muito bem com os outros, por isso fico quieta no meu canto, a observar. Observo as atitudes das pessoas, atitudes que não tem nenhum cabimento, sem sentido nenhum, sem pés nem cabeça. Mas uma coisa que posso observar, é que existe mais pessoas como eu, quietas, com um olhar vazio, mas que diz tudo. Olhares que mostram sofrimento, solidão e tristeza. A verdade é que todos temos uma história por detrás do nosso olhar, que ninguém sabe, uma história que define quem somos, uma história que nos assombra, que nos deixa aterrorizados só de pensar em contar a alguém. Todos temos uma, algumas mais curtas, outras mais longas, mas que nos assombram a cada dia que passa. Outra coisa que posso observar é que as pessoas (na maioria jovens, porque é onde passo mais tempo e onde observo mais o que me rodeia) não conseguem viver em sociedade, não conseguem ser civilizados, não sabem viver num mundo que nem nos pertence. Estamos a estragar uma coisa que nos foi atribuída, para cuidar e tratar. É isso que estamos a fazer? Não consigo perceber como é que certas almas que por aqui andam conseguem deitar um pacote de batatas fritas para o chão, sem pensar nas consequências dos seus actos. Talvez seja isso, as pessoas não pensam nas consequências, porque se pensassem, não faziam o que fazem. Depois queixam-se que querem ir para a praia no verão e estar a chover.
Se mais pessoas pensassem, o mundo não estava assim, e todos podia-mos ir para a praia no verão, como devia de ser. Agora aguentem, estragaram, tem aí as consequências (que nem são do pior, acho que conseguia-mos muito bem passar sem ir dois ou três meses para a praia).
Enfim, mais um desabafo da minha mente barulhenta que não sabe o que fazer.
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